
Lá fora o vento venta,
e a saudade chega lenta,
num amanhecer que se espera,
e tanto demora a chegar.
E a dor que se agüenta,
quase o peito arrebenta,
o que a alma nunca quisera,
mas vai tentando se acostumar.
Algumas coisas se inventa,
um olhar, uma paquera,
para não ter que chorar.
Mas sempre o choro arrebenta,
é como flor na primavera,
que necessita desabrochar.
[perdo aruvai]
e a saudade chega lenta,
num amanhecer que se espera,
e tanto demora a chegar.
E a dor que se agüenta,
quase o peito arrebenta,
o que a alma nunca quisera,
mas vai tentando se acostumar.
Algumas coisas se inventa,
um olhar, uma paquera,
para não ter que chorar.
Mas sempre o choro arrebenta,
é como flor na primavera,
que necessita desabrochar.
[perdo aruvai]
Um comentário:
Olá me caro Pedro, um mimo de poema ! A capa do livro é linda... Um convite á leitura poética... Grande abraço.
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